Retrospectiva Hector Babenco
Cinemateca Brasileira cria programação dedicada ao diretor argentino-brasileiro
Hoje a Cinemateca Brasileira começa oficialmente o ano, e com o pé direito. A programação de 2026 abre com uma retrospectiva dedicada ao cineasta argentino-brasileiro Hector Babenco, que completaria 80 anos agora, em fevereiro. Entre os dias 30 de janeiro e 13 de fevereiro, o público terá a oportunidade de assistir 11 longas-metragens, todos em cópias restauradas e projetadas nas salas da Cinemateca, e na área externa.

Apesar de ter nascido como um hermano, construiu sua carreira por aqui, e se naturalizou brasileiro em 1977, mesmo ano em que lançou Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia, longa que está na lista de 100 melhores filmes brasileiros de todos os tempos, da ABRACCINE. Além deste, serão exibidos outros clássicos como Pixote, a Lei do Mais Fraco (1980), Carandiru (2003) e o O Beijo da Mulher Aranha, indicado ao Oscar de 1986 nas categorias de Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator e Melhor Roteiro Adaptado.

Além dos títulos conhecidos, a Cinemateca exibirá os documentários O Fabuloso Fittipaldi (1973), ao qual Babenco codirigiu, mas não foi creditado, e Alguém Tem Que Ouvir o Coração e Dizer: Parou (2019), de sua parceira, Bárbara Paz, onde reúne memórias e reflexões do cineasta, principalmente do período em que estava dirigindo seu último filme, Meu Amigo Hindu (2016).
Como de costume, junto das exibições, a Cinemateca Brasileira está organizando uma série de mesas e debates sobre a carreira e o legado de Babenco, com convidados diretamente ligados à sua obra, como o Dr. Drauzio Varella, o diretor de fotografia Lauro Escorel, entre outros.
Se liga na programação completa:




Serviço:
Retrospectiva Hector Babenco
De 30 de janeiro a 13 de fevereiro de 2026
Entrada gratuita
Cinemateca Brasileira
Largo Senador Raul Cardoso, 207
Vila Mariana / SP
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